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Serasa aponta impacto financeiro positivo do Festival de Parintins na região Norte

Festival de Parintins impulsiona finanças no Norte

Pesquisa da Serasa aponta que Festival de Parintins vira oportunidade de renda para 46% dos entrevistados

• Estudo inédito da Serasa para região Norte mostra como Festival movimenta a economia local e se consolida como oportunidade financeira para milhares de pessoas;

• Entre os que pretendem trabalhar durante o Festival, mais da metade estimam ganhos acima de R$ 1 mil em renda extra;

• Entre quem pretende curtir e trabalhar, 77% já deixaram de participar ou reduziram a presença em edições anteriores por questões financeiras;

• Em 2026, 45% dos participantes pretendem gastar acima de R$ 1 mil durante o Festival.

Para além da experiência cultural e da tradicional disputa entre os bois Caprichoso e Garantido, o Festival de Parintins se consolidou como um importante motor econômico da Região Norte. Uma pesquisa inédita da Serasa em parceria com o instituto Opinion Box, primeiro levantamento da empresa voltado especificamente para a região Norte do país, revela que 46% dos participantes pretendem trabalhar durante o Festival neste ano para complementar a renda e reorganizar as finanças. Entre aqueles que pretendem atuar no período festivo, mais da metade (53%) acredita que terão aumento superior a 40% na renda mensal durante o evento, enquanto 56% estimam ganhos acima de R$ 1 mil.

O levantamento mostra que, para muitos brasileiros, o Festival representa uma oportunidade concreta de aliviar a pressão no orçamento: 40% afirmam que sem a renda extra do Festival, o orçamento teria impacto alto, comprometendo contas básicas e despesas essenciais do dia a dia. Entre os principais objetivos de quem pretende trabalhar no evento estão complementar a renda para despesas do dia a dia (36%), limpar o nome (34%), construir uma reserva financeira (28%) e quitar dívidas (28%).

Entre os participantes que pretendem trabalhar durante o Festival deste ano, 66% terão a primeira experiência profissional no evento. Já 15% afirmam atuar de forma recorrente nas festividades, enquanto 19% dizem já ter trabalhado em edições anteriores de maneira pontual. 

Renda extra movimenta diferentes setores durante o Festival

O impacto econômico do Festival de Parintins também se reflete nas diferentes oportunidades de trabalho temporário criadas durante o período. Entre os participantes que pretendem atuar no evento, as principais atividades escolhidas para complementar o orçamento incluem venda de alimentos (31%), trabalho temporário em hotéis, lojas e restaurantes (25%) e funções ligadas diretamente à estrutura do evento, como montagem, segurança, limpeza e atendimento (23%)

“Os dados reforçam a potência de grandes eventos culturais como importantes motores econômicos regionais. Em Parintins, muitas famílias enxergam o Festival como uma oportunidade concreta de reorganizar as finanças, complementar a renda e até sair da inadimplência. Ao mesmo tempo, o estudo mostra que 87% dos trabalhadores afirmam que poderiam aproveitar melhor essa renda extra se tivesse mais acesso à educação financeira e orientação sobre planejamento financeiro. Isso mostra como o conhecimento financeiro pode ajudar a transformar uma renda temporária em um benefício mais sustentável ao longo do ano”, afirma Aline Vieira, especialista em educação financeira da Serasa. 

O impacto econômico do Festival também aparece na percepção da população: 97% dos entrevistados afirmam que o evento impacta positivamente a economia local. De acordo com o público, os setores mais beneficiados são hospedagem (53%), alimentação e bebidas (48%), turismo e passeios locais (41%), transporte (41%) e comércio informal (38%).

Organização financeira para curtir o evento sem prejuízos 

O estudo também aponta que o planejamento já faz parte da preparação dos participantes para o Festival: 85% afirmam se organizar financeiramente com antecedência, principalmente reduzindo gastos do dia a dia (41%), diminuindo despesas com outros eventos (40%) e buscando formas complementares de renda (37%).

Ainda assim, os desafios financeiros permanecem. Segundo a pesquisa, 77% já deixaram de participar ou reduziram o tempo de permanência no Festival por questões econômicas. Além disso, 49% afirmam já ter contraído dívidas em eventos como Parintins, enquanto 40% pretendem utilizar o limite do cartão de crédito durante a festa e 22% consideram contratar empréstimos pessoais.

“A experiência cultural é extremamente importante e faz parte da identidade regional, mas é essencial que o consumidor encontre equilíbrio entre lazer e orçamento. O planejamento antecipado ajuda a evitar decisões impulsivas, especialmente em períodos de maior consumo e forte apelo emocional, como grandes festivais”, complementa Aline Vieira.

Entre os participantes, 45% pretendem gastar acima de R$ 1 mil durante o Festival. Os principais gastos devem ser com alimentação e bebidas (34%), atrações turísticas (17%), hospedagem (14%) e transporte (10%). Na hora do pagamento, o Pix lidera como principal meio utilizado (32%), seguido do cartão de crédito parcelado (28%).

A pesquisa completa pode ser acessada em: https://www.serasa.com.br/imprensa/serasa-comportamento/.

Metodologia

Pesquisa realizada pelo Instituto Opinion Box, com coleta entre 31 de março e 21 de abril de 2026, ouvindo 943 entrevistados. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais.

Para conferir o estudo completo, acesse: https://www.serasa.com.br/imprensa/serasa-comportamento/.

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